Dia 30 de Janeiro de 2021
Demonstrar bom humor vai além da ideia de tentar ser engraçado. Trata-se de um diferencial para o mercado de trabalho e carreira profissional e, também, para os resultados de uma empresa. Aliás é um item essencial para o cotidiano de qualquer ser humano dentro ou fora do escritório, afinal, a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu saúde como o equilíbrio entre o bem-estar físico, mental e social. E o humor está diretamente ligado a pelo menos dois destes pontos. É nessa perspectiva que o jornalista, comediante e consultor Luís Carlos Galetto aborda “O Valor do Humor Organizacional”, compartilhando ideias, experiências e dicas de como semear um estado de espírito mais “de bem com a vida” no espaço profissional. Mesmo que haja problemas (e isso é normal em casa ou na empresa), o profissional que exercitou seu bom humor está melhor condicionado a encontrar soluções, evitar e contornar conflitos. Para ele, o humor é um elemento essencial para uma interação social eficaz. “O ambiente de trabalho é um espaço de responsabilidades, muitas vezes de pressão, mas é necessário respirar por uns minutos, sorrir por uns minutos; é comprovado cientificamente que simples gestos recarregam as energias para um melhor desempenho e qualidade de vida, mesmo na firma”, avisa o consultor de humor corporativo. “Na palestra, não defendemos que funcionários, chefes ou não, se transformem em piadistas, mas que contribuam para a saúde dos trabalhadores e da empresa”, acrescenta. Segundo estudo divulgado pela revista Forbes, mais de 90% dos executivos acreditam que o senso de humor é importante para a ascensão profissional, visto que a inteligência emocional demonstrada no ambiente corporativo - capaz de contribuir para a leveza do espaço e elevar a produtividade - é uma das competências extracurriculares que mais se destacam. “Não defendemos excesso, mas um equilíbrio saudável entre responsabilidades e motivação saudável para cumpri-las”, resume.