A proposta é construir um espaço de acolhimento, trocas e diálogos, tendo em vista os processos de violências sofridos por mulheres. O que cada uma de nós tem feito para nos mantermos “vivas” após o sofrimento cotidiano das inúmeras violências que nos atravessam todos os dias? Sabemos que a forma que cada uma lida com essas questões traz subjetividade através de uma forma particular de ver a si e o mundo. A partir disso, vamos dialogar sobre esses caminhos e como tem sido o nosso processo de autocuidado.