Gabriel Nanni nasceu na cidade de Jundiaí/SP ao longo de
seus 31 anos de carreira se profissionalizou como músico,
produtor, arranjador, compositor e professor. Suas principais
influências são Victor Wooten, Jaco Pastorius, Richard Bona,
Thiago Espirito Santo, Zeli Silva, Avishai Cohen, John Patitucci,
Dave Holland, Adam Ben Ezra. Nanni é Bacharel em Música pela
Faculdade Santa Marcelina e leciona música em escolas
particulares, projetos sociais e individualmente. Gabriel Nanni
participou de diversos projetos ao lado de grandes nomes da
música como Bob Wyatt, Jonas Sant’Anna, Arnaldo Antunes, Iara
Rennó, Anelis Assumpção, André Abujamra, Zélia Duncan, Maurício
Pereira, Fernanda Takai e João Ormond. Destacou-se também no
cenário musical católico (side man) nas bandas de Pe. Fábio de
Mello, Adriana, Ziza Fernandes, Eugênio Jorge e Cantores de
Deus. Foi educador no Projeto Guri (www.projetoguri.com.br),
idealizado pelo Governo do Estado de São Paulo, que tem como
objetivo promover com excelência a educação musical e a prática
coletiva de música, tendo em vista o desenvolvimento humano de
gerações em formação. Ingressou em trabalho de Navio onde
permaneceu por 5 anos, começou com CVC, passou pela Pullmantur
cruises navegando pelos mares Caribenhos e Pacífico viajando
países como por exemplo: México, Tunísia (África), França, Itália,
Espanha só para citar alguns lugares. Atualmente o
Multiinstrumentista faz parte do corpo de músicos da Big Band de
Louveira e dedica-se a alcançar nível artístico nacional com seu
segundo trabalho de canções Amores e Críticas.
BAIXO CENTRO
Este trabalho se trata de tirar o instrumento contrabaixo
elétrico do fundo do palco para a frente desse, por ter uma
enorme importância na música popular mundial se torna
imprescindível sua presença em qualquer formação. A lacuna de
informações e respeito devido ao instrumento durante toda a sua
existência na história da música popular mundial se dá pela
grande maioria das composições serem feitas para voz e também a
“irmã mais velha” do contrabaixo a guitarra ser o foco das
atenções durante muito tempo ou a substituição da voz por algum
instrumento prioritariamente solista como o caso do sax,
trompete, etc.
É claro que o surgimento do nome veio de uma necessidade
teórico harmônica para se ter um contra canto na voz mais grave
onde existia apenas a música vocal por isso surgiu o contracanto
baixo e por fim o nome contrabaixo. O baixo elétrico tem como
principal finalidade conduzir a harmonia fazendo a ligação com a
seção rítmica, mas sua evolução ao longo de seus 67 anos mostrou
que não é apenas um instrumento de condução e nem de fundo de
palco e é exatamente este o propósito exemplificar através de
música, vídeo e conversa esta evolução que o instrumento teve e
está tendo. O músico compositor GABRIEL NANNI com toda a informação e
formação musical traduz o trabalho BAIXO CENTRO com anos de
pesquisa para com simplicidade exibir a importante contribuição
deste instrumento para a música e enfim tirar o paradigma de
deixar o contrabaixo lá do fundo do palco para a linha de frente,
para a luz dos holofotes. Com vocês GABRIEL NANNI com BAIXO
CENTRO.
| Horário | Atividade | Descrição |
|---|---|---|
| 19:00h às 23:00h | baixo centro | 04/03 INSTRUMENTAL JAZZ WORLD MUSIC
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